terça-feira, 26 de julho de 2011

COORDENAÇÃO ESTADUAL DO FPE RN VISITA O TRABALHO EM PASSA E FICA



A coordenadora Estadual do programa FPE RN, juntamente com a Multiplicadora Fátima Silva estão em  viagem a Passa e Fica, onde além de visitar o trabalho do FPE RN no Município, 
participarão do evento de abertura da turma 
da tutora local, Célia Felix Soares.    

quarta-feira, 20 de julho de 2011

PARÂMETROS PARA ESCOLHA DOS CURSISTAS - MÓDULOS TEMÁTICOS


PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA – PDDE:

a) Participantes dos conselhos representativos e de controle social que atuam no espaço escolar (associações de pais e mestres, caixas escolares, conselhos escolares e similares), tais como: professores, diretores, servidores da escola, alunos e pais;
b) Técnicos das secretarias municipais ou NRE (de Educação, de Finanças e Setor Patrimonial) envolvidos, direta ou indiretamente, com o programa;
c) Representantes da comunidade local (líderes comunitários) e da sociedade civil organizada (associações, sindicatos, organizações não-governamentais, Rotary, Lions, Apaes, igrejas etc);
d) Representantes da comunidade local (líderes comunitários); e
e) Membros dos Conselhos Municipais de Educação, Vara da Infância e Juventude e afins.

PROGRAMA DE TRANSPORTE DO ESCOLAR – PTE:
a)Conselheiros do Fundeb (dois ou três membros);
b) Coordenador do transporte escolar no município e/ou estado;
c)Membros do Detran local ou Secretaria de Transporte;
d)Técnicos vinculados ao programa na prefeitura;
e) Secretário(a) Municipal de Educação, caso este não integre o conselho do Fundeb;
f) Representantes da comunidade local (líderes comunitários) e da sociedade civil organizada (associações, sindicatos, organizações não-governamentais, Rotary, Lions, Apaes, igrejas etc); e
g) Membros dos Conselhos Municipais de Educação, Vara da Infância e Juventude e afins.

PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - PNAE:
a) Membros do Conselho de Alimentação Escolar (sociedade civil, professores e pais de alunos);
b) Pessoas envolvidas na execução do Pnae dentro da Entidade Executora;
c) Gestores (Secretário(a) de Educação, coordenadores da alimentação escolar e nutricionistas);
d) Comunidade escolar (professores, pais de alunos e merendeiras);
e) Representantes do Executivo e Legislativo local; e
f) Representantes da comunidade local (líderes comunitários) e da sociedade civil organizada (associações, sindicatos, organizações não-governamentais, Rotary, Lions, Apaes, igrejas etc).

PROGRAMAS DO LIVRO – PLI:

a) Gestores, diretores, professores, bibliotecários, coordenadores pedagógicos, psicólogos, orientadores e técnicos de escolas públicas;
b) Equipe técnica e coordenadores responsáveis pela execução do Programas do Livro nos estados e municípios;
c) Secretários municipais de educação e membros das associações de pais e mestres;
d) Pais de alunos; e
e) Demais membros da comunidade (representante de bairro etc.).

FUNDEB
a) Participantes dos conselhos representativos e de controle social que atuam no espaço escolar (associações de pais e mestres, caixas escolares, conselhos escolares e similares), tais como: professores, diretores, servidores da escola, alunos e pais;
b) Técnicos das secretarias municipais ou NRE (de Educação, de Finanças e Setor Patrimonial) envolvidos, direta ou indiretamente, com o programa;
c) Representantes da comunidade local (líderes comunitários) e da sociedade civil organizada (associações, sindicatos, organizações não-governamentais, Rotary, Lions, Apaes, igrejas etc);
d) Representantes da comunidade local (líderes comunitários); e
e) Membros dos Conselhos Municipais de Educação, Vara da Infância e Juventude e afins.

CONTROLE SOCIAL

a) Participantes dos conselhos representativos e de controle social que atuam no espaço escolar (associações de pais e mestres, caixas escolares, conselhos escolares e similares), tais como: professores, diretores, servidores da escola, alunos e pais;
b) Técnicos das secretarias municipais ou NRE (de Educação, de Finanças e Setor Patrimonial) envolvidos, direta ou indiretamente, com o programa;
Secretários municipais de educação e membros das associações de pais e mestres;
c) Pais de alunos;
d) Representantes da comunidade local (líderes comunitários) e da sociedade civil organizada (associações, sindicatos, organizações não-governamentais, Rotary, Lions, Apaes, igrejas etc);
f) Representantes do Executivo e Legislativo local; e
g) Representantes da comunidade local (líderes comunitários); e
h) Membros dos Conselhos Municipais de Educação, Vara da Infância e Juventude e afins.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

REGISTROS DA FORMAÇÃO DE TUTORES 



Entrevista da Profª ANA CRISTINA DE MEDEIROS ARAUJO

Assistam e divulguem! Nesse vídeo profª Ana Cristina de Medeiros Araújo esclarece bem sobre a questão dos Conselhos e do Controle Social, além de enfatizar a participação da sociedade civil de olho nos recursos públicos e da importância dos pais nas escolas olhando a merenda dos seus filhos.Atualmente, a  Ana Cristina esta cursando o módulo de Controle Social do FPE RN.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Formação de Novos Tutores do FPE RN


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E  CULTURA
     
CURSO PARA FORMAÇÃO DE TUTOR 
DOS MUNICÍPIOS DO RIO GRANDE DO NORTE
Período: 24 à 27 de MAIO de 2011
Local: Auditório do Ginásio Poliesportivo Engº Pedro Ciarline.
End. Av. Dix-Neuf Rosado, S/N – Centro 
  
MOSSORÓ - RN

sexta-feira, 6 de maio de 2011

CURSO CONTROLE SOCIAL PARA CONSELHEIROS


Usar o alcance da educação a distância para incentivar a participação de cidadãos no controle social das ações do governo federal voltadas para o ensino público. Esse é o objetivo do curso Controle social para conselheiros.
Fruto de um acordo entre o Ministério da Educação e o Tribunal de Contas da União, o curso foi elaborado no âmbito do Formação pela Escola, programa de capacitação a distância do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As aulas começarão em janeiro e serão destinadas aos membros dos conselhos estaduais e municipais de educação, conselhos de alimentação escolar e de acompanhamento e controle social do Fundeb, conselhos escolares e aos comitês locais do Plano de Ações Articuladas.
Capacitação - “Essa iniciativa inédita ajuda a sociedade a se apropriar do que é dela, por meio da formação de conselheiros para o acompanhamento da gestão dos recursos educacionais, com toda transparência e responsabilidade social”, disse o ministro Fernando Haddad na ocasião, ao lado do presidente do FNDE, Daniel Balaban, e do presidente do Tribunal, ministro Ubiratan Aguiar. Segundo Haddad, o orçamento de quase R$ 30 bilhões do FNDE em 2010 traz reflexos diretamente nas escolas, o que só aumenta a demanda por um controle social ativo.
Balaban compartilhou a opinião do ministro: “Não temos como estar presentes em todos os municípios para fiscalizar os programas, mas o cidadão sim”.

Aqui no RN, estaremos capacitando Conselheiros de 57 Municípios, no próximo dia 13/05/2011, das 8:00 às 17:00, no CEMURE - Centro Municipal de Referência em Educação, Av. Coronel Estevam, 3607 - ao lado da Rodoviária - Bairro Nazaré - Natal RN. 
Atendendo uma demanda já existente. 

Após essa turma, estaremos promovendo outra, também de Conselheiros no Módulo FUNDEB.Ainda sem data, mas será no 4º vínculo.

Desejamos a todos um ótimo curso!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ABERTO SIMEC PARA AVALIAÇÃO DO PAR.

Planejamento é condição para receber recursos do FNDE

Seg, 4 de abril de 2011
ASCOM-FNDE (Brasília) – Municípios e estados já podem planejar suas ações na educação para os próximos quatro anos. O Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento e Finanças do Ministério da Educação (Simec) foi aberto nesta semana para que os gestores informem os dados das suas redes municipais ou estaduais de educação e avaliem o Plano de Ações Articuladas (PAR) ainda em vigor. Em seguida, será elaborado um novo PAR, a vigorar de 2011 a 2014.

O Plano de Ações Articuladas é um importante instrumento de gestão educacional. Ele é dividido em quatro dimensões: gestão educacional; formação de professores e de profissionais de apoio escolar; práticas pedagógicas; e infraestrutura física e recursos pedagógicos. “Neste primeiro momento, será a hora de refletir, fazer uma auto-avaliação sobre os resultados alcançados no PAR 2008-2011 e, a partir da atual realidade, fazer um bom planejamento das ações educacionais para os próximos anos”, afirma Renilda Peres de Lima, diretora de Assistência a Programa Especiais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Não existe prazo limite para estados e municípios fazerem o diagnóstico e elaborarem o PAR. “Mas é importante que tenham consciência de que todas as transferências de recursos de convênios do FNDE e do MEC e a assistência técnica a municípios, estados e Distrito Federal estão vinculadas à elaboração do PAR”, pondera Renilda.

O plano de cada estado e município aponta as prioridades a serem atacadas para que a educação melhore e alcance ou ultrapasse as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) estipulado pelo Ministério da Educação.

Para orientar os gestores, o FNDE enviou aos estados e municípios uma cartilha com orientações sobre o preenchimento do Simec. As informações serão a base para o diagnóstico da situação atual e a elaboração do novo PAR. Além disso, o FNDE vai promover uma webconferência, no próximo dia 15 de abril, para dirimir dúvidas sobre a elaboração do novo planejamento.

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sábado, 2 de abril de 2011

Relatório do MEC destaca Rio Grande do Norte no PDE Escola

PDE Escola tem foco no aluno
SEEC
PDE Escola tem foco no aluno
Relatório de 2010 do MEC destaca o Rio Grande do Norte no programa PDE Escola como um dos sete estados do país que conseguiram execução dos planos superior a 99%.

O Rio Grande do Norte teve desempenho no PDE Escola nos níveis bom e ótimo em 2010 com percentuais que variaram entre 98,7% e 99,6%, alcançando a média de 99,1. "Considerando as 27 unidades federativas, as redes estadual e municipais do Rio Grande do Norte destacou-se com execução superior a 99%", diz o relatório do MEC.

O PDE Escola (Plano de Desenvolvimento da Escola) atendeu em 2010, no Rio Grande do Norte, a 233 escolas da rede estadual beneficiando a 105.420 alunos, representando investimentos superiores a R$ 3,4 milhões. O programa também atendeu no Estado a 221 escolas municipais em 127 cidades de diferentes regiões.

Segundo a gerente de Gestão Educacional da Coep (Coordenadoria Estadual Executiva de Projetos Especiais) da Secretaria de Educação, Rosângela Maria de Holanda Nogueira, todas as escolas estaduais envolvidas no programa em 2010 elaboraram o plano, executaram as ações, e, agora, estão prestando contas.

Planejamento Estratégico

O PDE Escola existe no Rio Grande do Norte desde 1999. O programa, financiado com recursos federais e gerenciado pela Secretaria Estadual de Educação, oferece uma metodologia de planejamento estratégico visando a melhoria da qualidade de ensino oferecido pela escola pública. As escolas envolvidas são beneficiadas com o Plano de Ações Financiáveis (PAF). São recursos financeiros encaminhados diretamente as unidades executoras (formada por presidente e tesoureiro) de cada escola.

Segundo Rosângela Holanda, o Plano de Ações Financiáveis é feito pela própria escola seguindo orientação dos técnicos da Coep. O ingresso de uma escola no PDE se dá levando em consideração seu desempenho no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). A escola precisa ter obtido resultado abaixo de 4,2 para os anos iniciais, e 3,8 para os anos finais. "O PDE Escola contempla prioritariamente as escolas de baixo IDEB. O objetivo é elevar a qualidade de ensino com foco no aluno", acrescenta Rosângela.

A escola que entra no programa necessita formar um grupo de trabalho para a elaboração do planejamento estratégico dentro de sua própria realidade, sensibilizar a comunidade escolar, fazer seu diagnóstico, indicar prioridades, e elaborar o plano de ações.

A faixa de recursos destinados as escolas varia de acordo com o número de alunos. Vai da escola com até 99 alunos, que recebe R$ 15 mil, até a que conta com até 3.999 alunos, que recebe R$ 75 mil.