segunda-feira, 8 de agosto de 2011

FNDE negocia compra de 164 milhões de livros didáticos

ASCOM-FNDE (Brasília) – A maior compra de livros didáticos já realizada pelo governo federal começa a ser negociada na próxima semana, quando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) inicia uma rodada de conversações com 18 grupos editoriais em torno da aquisição de 164 milhões de livros didáticos – 20% a mais do que os 135,6 milhões comprados em 2010.
As obras serão utilizadas pelos alunos da rede pública a partir do próximo ano. Serão adquiridos livros de todas as disciplinas para todos os estudantes do ensino médio, além de exemplares de reposição para o ensino fundamental. “A expectativa é conseguir negociar todos os livros necessários com o orçamento disponível e respeitando prioritariamente a primeira opção feita pelas escolas”, afirma Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE.
Pela primeira vez o FNDE vai adquirir livros de filosofia, sociologia e língua estrangeira (inglês e espanhol) para os alunos do ensino médio. Além dessas disciplinas, também serão distribuídas obras das demais matérias dessa etapa de ensino: português, matemática, física, química, biologia, geografia e história.
Para o ensino fundamental, serão comprados cerca de 70 milhões de exemplares, para reposição.
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Um comentário:

Elizaete Maria disse...

É gratificante ver o aluno da rede pública de ensino indo à escola portando um arsenal de livros de boa qualidade, pois antigamente isso só era possível para os que frequentavam escolas particulares.
Nunca se viu tanto investimento neste setor, o que remete ao compromisso do governo federal no sentido de buscar a melhoria da qualidade educacional. Faz-se necessário que a escola busque formas dinâmicas de utilização deste material para que o aluno do ensino médio que pouco tem o hábito de ler - na sua grande maioria – (re)conquiste o prazer em ler e aprender. A família também é convidada a contribuir zelando os livros para que os mesmos possam ser reutilizados por tantos outros jovens que, certamente, não teriam acesso aos seus conteúdos se dependesse da renda financeira familiar.